SalvarPortugal
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O livro mais polémico do ano
O livro "Remigração", que aqui apresento, é uma obra pioneira em Portugal que analisa em profundidade a explosão da imigração no país entre 2015 e 2025 e propõe uma alternativa política identitária para o futuro nacional, que salve Portugal e o devolva aos Portuguezes.
Debruçando-se sobre dados demográficos, contextos históricos e estratégias de resposta, exponho sem filtros as consequências das políticas de portas abertas, da imigração massiva e do multiculturalismo e apresento a remigração como a única ferramenta capaz de preservar a identidade portugueza.
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O que é a Remigração?
Não é expulsão em massa…
Muito menos limpeza étnica
A Remigração não é, como se assume, sinónimo de expulsões em massa. Muito menos é sinónimo de limpeza étnica. Estas descrições não passam de espantalhos, construídos por aqueles que por cobardia ou interesses políticos pretendem impedir a prossecução de um debate crítico e construtivo sobre as soluções para o problema demográfico na Europa.
O objetivo da Remigração é de forma progressiva e faseada inverter os fluxos migratórios de substituição (a favor dos quais ninguém votou, já agora) e impedir a estrangeirização da pátria Portugueza, garantindo que Portugal é devolvido aos seus legítimos herdeiros, reconquistando a paz, segurança e liberdade.
Em suma, a remigração consiste num conjunto de políticas fiscais, económicas, judiciais, financeiras, sociais, culturais e diplomáticas com o objetivo de favorecer o retorno progressivo e voluntário dos imigrantes aos seus países de origem.
Crescimento da imigração em Portugal
1.546.521
2014 | 15% da população
3.7% da população
Média 116mil/ano
Este aumento foi proporcional à crise alemã de 2015, mas repetida anualmente. A catástrofe assume ainda maiores proporções se considerarmos os 700 mil naturalizados desde 1981 e 100-200 mil ilegais, totalizando 25% dos residentes que não são Portuguezes, o que ameaça a existência nacional.
A minha visão
Antes da reportagem "A Grande Invasão", desenvolvida pela Reconquista, de Janeiro a Março de 2024, o termo "remigração" era apenas mencionado na imprensa no contexto de análises técnicas ao identitarismo internacional ou em breves reportagens sobre políticas promovidas por longínquos partidos de direita Europeus.
Hoje, devido ao trabalho realizado pelo movimento nacionalista em geral e por alguns patriotas irredentos em particular, milhões de Portuguezes conhecem ou já ouviram falar no termo e nas ideias subjacentes.
"Quando avancei publicamente pela 1ª vez com a defesa da remigração, em Agosto de 2023, este conceito e as ideias e propostas a ele associadas eram totalmente desconhecidas do público geral e ignoradas ou ridicularizadas pelos setores mais politizados, mesmo no espaço do centro e da direita."
Recordo-me que nas várias defesas robustas e confiantes que fiz da necessidade de re-enquadrar os termos do debate imigratório à volta da remigração, fui ofendido, ameaçado, gozado, descrito nos termos mais impróprios, apresentado como um radical intragável ou um lunático incurável, a defender ideias risíveis.
